Sexta-feira, 1 de Junho de 2012

Coisas que leio...




Eu creio em mim mesmo. Creio nos que trabalham comigo, creio nos meus amigos e creio na minha família. Creio que Deus me emprestará tudo o que necessito para triunfar, contanto que eu me esforce para o alcançar, com meios lícitos e honestos. Creio nas orações e nunca fecharei os meus olhos para dormir sem antes pedir a devida orientação a fim de ser paciente com os outros e tolerante com os que não acreditam no que eu acredito. Creio que o triunfo é resultado do esforço inteligente, que não depende da sorte, da magia, de amigos, companheiros duvidosos ou do meu chefe. Creio que tirarei da vida exatamente o que nela colocar. Serei cauteloso quando tratar os outros, como quero que eles o sejam comigo. Não caluniarei aqueles de quem não gosto. Não diminuirei o meu trabalho por ver que os outros o fazem. Prestarei o melhor serviço de que sou capaz, porque jurei a mim mesmo triunfar na vida, e sei que o triunfo é sempre resultado do esforço consciente e eficaz. Finalmente, perdoarei os que me ofendem, porque compreendo que às vezes ofendo os outros e necessito de perdão.

 Mahatma Gandhi

Como eu vi os campos, hoje...












Bom fim de semana...


                                                        
Um homem assistia com a mulher ao futebol pela TV, mas mudava de canal a todo o instante: Do canal de desporto para o do filme porno que mostrava um casal em plena ação:

- Não sei se assista ao filme, ou se veja o jogo. Disse para a mulher.
- Pelo amor de Deus, assiste ao filme, respondeu ela. Futebol já tu sabes jogar...

Quinta-feira, 31 de Maio de 2012

Beirã...



Rua Fernando Namora. Vista parcial.

Um projecto ao natural...



    Se tudo correr bem na Natureza, será um cacho d'uvas...

Pensar positivo...


Imagem copiada do Google

Desistir nunca foi para mim uma opção. Pelo menos sem primeiro ter tentado até à exaustão conseguir os objetivos que me propus alcançar. Nem sempre foi fácil. Aliás, nunca nada na minha vida foi fácil. Pelo contrário. Conheci a diferença entre o pouco e o muito, logo desde o berço. Conheci o ter e o não ter, também desde a mesma data. Mais tarde, com o correr da vida, fui  aprendendo que tudo aquilo que tão bem conhecia era motivado por um outro condicionalismo chamado “limite”. Era esse o factor que condicionava a nossa vida, o nosso ter ou o não ter, o pouco ou o muito. Para mim, para nós todos cá em casa e para muitos outros vizinhos ou amigos nossos, só existia mesmo uma dessas duas situações: o pouco, ou o não ter.

Porque a vida era dura. Muito dura mesmo.
Nem por isso fui menos feliz. Pelo contrário. Alegria e risos eram os bens que menos faltavam cá por casa. Nesse tempo não havia depressões apesar de nunca se saber ao certo o que seria o jantar no dia seguinte. A despensa, quase vazia sempre, era de tal modo vulgar, que ninguém perdia a vontade de soltar uma sonora gargalhada, por causa disso. As nossas roupitas coçadas e remendadas também não causavam vergonha a ninguém pois os remendos não eram impedimento para que se andasse na mesma sempre limpo e apresentável. Aliás, a apresentação e o asseio eram tão caros aos mais pobres nas suas humildes vestes, como o luxo e a ostentação seriam para aqueles que deles podiam fazer uso e costume.
Quem dera nos tempos que correm que as pessoas soubessem viver nessa humildade e amizade, assim como também naquele espírito de entreajuda que nesse tempo eram simples regras comuns. Um vizinho era um quase-família-nosso. Partilhavam-se tijelas de arroz, de açúcar ou de sal a quem as pedisse emprestadas. Porque se sabia à partida que seriam devolvidas até ao último grão, assim como se sabia também que só se pedia emprestado mesmo em último recurso. Convivia-se em grupo, estava-se atento ao próximo, fosse esse próximo um nosso vizinho do lado ou o amigo da outra banda da aldeia.

Hoje vivemos todos praticamente de costas voltadas uns com os outros. Perdemos aquela genuína e saudável vontade de soltar uma sonora e alegre gargalhada. Tornámo-nos sisudos, mal-encarados até. E desconfiados também. Infelizmente. E frios, quase insensíveis. Vivemos metidos cada um no seu umbigo. Falamos, escrevemos, ouvimos, com uma frequência diária, acerca da palavra solidariedade. Que bonita soa, não é verdade? Mas tão mais bonita era ela quando se praticava (de facto) muito mais no dia-a-dia e se ouvia mencionar muito menos em qualquer lado. Ser solidário não é apenas contribuir com um pacote de esparguete em campanhas pré-programadas. Ser solidário é um dever de todos nós. Todos os dias da nossa vida. E das mais variadíssimas formas. A começar na nossa casa, na nossa família, na nossa aldeia, bairro ou rua. Nunca ninguém devia desistir de praticar os bons princípios e muito menos esquecê-los.

Pois bem!

Contra todos estes ventos uivantes qua assolam as nossas vidas, contra todas as marés que pintam de negro os nossos dias, eu recuso-me a desistir. Seja do que for. Daquilo em que acredito, porque continuo a acreditar no meu país. Daquilo em que tenho fé, porque continuo a sentir sobre a minha vida a proteção divina. Daquilo que sou, porque continuo a gostar de dar uma boa gargalhada, de reunir à minha volta a família, de estimar os vizinhos, os conterrâneos, os amigos. Daquilo que há-de ser o futuro, porque tenho uma neta linda e quero acreditar que nunca lhe faltará nada para que ela possa ser feliz. Daquilo que são as minhas mais sérias convicções, porque a vida me ensinou que depois de cada dia escuro se seguirão dias de sol luminoso.

Se não conseguimos evitar algumas vezes ficar tristes pelas mais diversas razões, muitas das quais não está sequer ao nosso alcance impedir que aconteçam, podemos no entanto tentar sempre ser positivos e não nos deixarmos abater, engolir pelo desânimo, baixar os braços, por maior que seja a causa que nos entristeça. Viver não é, nunca foi fácil. E por isso necessário se torna sabermos viver. Quer nos momentos bons, quer nos maus. Não desistam vocês nunca também. De lutar. De acreditar. De ter fé. De sorrir. De serem felizes. Porque vale a pena. Porque sempre valeu a pena. Porque sempre ha-de valer a pena. Reparem na mensagem que transmite essa interessante imagem que ilustra este texto e eu achei no Google. Por mim, interpreto-a assim:
No meio da mais cinzenta perspectiva, florirá sempre uma brilhante papoila.
Chamar-lhe-ei ainda...  A Esperança.